XXIII

a minha chama brilha por inércia
conheço o que não há pra conhecer
nem dizer nem viver nem desejar
só o sabe quem o vive e reconhece

o meu caminho é um ponto cheio de esferas
a minha rota é sempre em colisão
quase todo dia me perguntam (pergunto?): “por quê?”
e me limito a retrucar: “por que não?”

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