XVII

minha paz é um céu de estrelas doces
primeiro beijo ânsia
do primeiro amor

minha paz é um céu de nuvens mansas
criança chapinhando poças mornas
no quintal sem muros do mundo

minha paz é um céu de ventos bailarinos
tranquilos doidos revolvendo a solidão
birutas risos me guiando vida afora

minha paz é um céu repleto de alvoradas
todas brotadas no meu peito sem razão

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